segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Existem 168milhões de linhas de celulares no Brasil

Anatel fará reunião para avaliar aumento da demanda

GERUSA MARQUES - Agencia Estado


BRASÍLIA - A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) promoverá uma reunião com técnicos das empresas de telefonia celular, no dia 3 de dezembro, para acompanhar o crescimento da demanda, especialmente nos serviços de terceira geração (3G), que no mês passado aumentou mais de 20%. A reunião, segundo o superintendente de Serviços Privados da Anatel, Jarbas Valente, faz parte do acompanhamento permanente que a agência realiza desde o início do ano para verificar se os investimentos na expansão das redes de telefonia têm sido suficientes para atender à demanda.

O maior volume de vendas no setor é de aparelhos que permitem conexão à internet pela banda larga móvel. No mês passado, os assinantes da banda larga pelo celular chegaram a 7,9 milhões, contra 6,6 milhões de setembro. Na telefonia celular como um todo, há mais de 168 milhões de assinantes.

Valente lembrou que a agência só tem liberado a comercialização de novos planos quando a empresa confirma a elevação da capacidade das redes para atender o aumento de tráfego com ligações e transmissão de dados. Esse controle permanente tem o objetivo de evitar panes no sistema. "Estamos trabalhando para que isso não aconteça", afirmou o superintendente, depois de participar do 20º Encontro Telesíntese.

Na abertura do seminário, o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações, Ronaldo Sardenberg, anunciou a criação de comissão técnica para analisar os alertas de que possa ocorrer no setor de telecomunicações um "caladão" (pane que deixaria todos os telefones mudos).

Valente informou ainda que a Anatel está estudando a possibilidade de autorizar as empresas a fazerem compartilhamento das redes, o que reduziria custos. A ideia, segundo ele, é permitir que duas empresas usem as mesmas antenas e as mesmas fibras óticas para passar suas frequências.

Ele explicou que, com a tecnologia 3G, é possível manter preservadas as informações de cada empresa. Na tecnologia convencional, o compartilhamento não era aceito pelas empresas porque as informações estratégicas eram facilmente acessadas por outra operadora que compartilhasse a mesma estrutura.

O superintendente acredita que a redução de custos com infraestrutura pode permitir um crescimento ainda maior do número de assinantes. A previsão da Anatel é de que a banda larga pelas redes móveis ultrapasse, já no próximo ano, o número de clientes da banda larga fixa, que hoje está em 13,5 milhões.

Fonte: Estadão.com.br em quarta-feira, 25 de novembro de 2009, 15:23 | Online
65% das meninas que se prostituem usam dinheiro em bens de consumo

Celular é o produto mais cobiçado; boa parte também admite que emprega dinheiro na compra de drogas
Fernanda Aranda


Pesquisa pioneira no País sobre o perfil de crianças e adolescentes vítimas de exploração sexual mostra que 65% usam o dinheiro recebido em troca de sexo para comprar objetos como celular, tênis ou blusa da moda. Três em cada dez assumiram vender o corpo para sustentar o vício das drogas. O valor médio recebido pelas relações é de R$ 37, mas há relatos de programas que custaram R$ 10.

Os resultados foram apresentados ontem pelo Instituto WCF-Brasil (Childhood), entidade internacional que atua no combate à exploração infantil. Foram acompanhados por psicólogos especializados em violência 66 meninas e 3 meninos de 10 a 17 anos, atendidos por instituições especializadas.

"O trabalho mostrou, diferentemente do que se imagina, que elas não são meninas em situação de miséria absoluta, a ponto de trocar sexo por comida", diz o coordenador do estudo e psicólogo da Universidade Federal de Sergipe Elder Cerqueira-Santos. "O que mais apareceu como motivação foram bens de consumo." Essa situação foi encontrada nos oito Estados pesquisados (Pará, Sergipe, Rio Grande do Norte, Piauí, Bahia, São Paulo, Mato Grosso e Rio Grande do Sul).

"Vivemos hoje uma situação de marketing infantil violento", avalia a coordenadora da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente, Fernanda Lavarello. "Todos são atingidos por esse fenômeno; quem tem ou não condições financeiras de comprar. O que muda é a estratégia para consumir."

A frase "sem um celular você não é ninguém", dita por uma das garotas, resume um dos principais problemas provocados pela troca de sexo por bens de consumo. Os especialistas avaliam que nem a sociedade nem as meninas notam que ocupam o papel de vítimas na exploração. "Fizemos uma pesquisa com caminhoneiros brasileiros e os que admitiram (37%) já terem sido clientes de menores de idade mantiveram esse discurso", ressalta Anna Flora Werneck, coordenadora de projetos da Childhood. "Não acham essas meninas coitadinhas - e sim responsáveis por aquela situação", completou o psicólogo Cerqueira-Santos.

Outro dado que compõe o quadro da exploração, e também contribui para que as garotas sejam responsabilizadas, é o uso de substâncias químicas. Os índices de uso entre as garotas acompanhadas pelos pesquisadores foram mais altos do que os padrões de consumo da população na mesma faixa etária. Entre as exploradas, 88% relataram usar álcool e 36% maconha - em meninas de mesma idade, o porcentual é de 4%, segundo a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Vulneráveis pela dependência química e culpadas por vender o corpo, as meninas fomentam o ciclo de abuso infantil que está espalhado por 1.819 pontos de risco, já mapeados pela Polícia Rodoviária Federal, apenas nas estradas brasileiras.

Fonte: Estadão .com.br, Quarta-Feira, 07 de Outubro de 2009

Celular na escola

Celular na sala de aula

04/08/2009

Coloridos, sonoros e cheios de tecnologia. Desde que entraram no mercado brasileiro, de forma mais efetiva no início da década de 1990 com a privatização do setor de telefonia, os aparelhos de celulares tornaram-se acessórios de crianças e adolescentes. De acordo com pesquisa divulgada pelo Ibope, jovens de 16 a 24 anos representam aproximadamente um quarto dos usuários nas 11 maiores capitais do Brasil. No Japão, sede de várias indústrias, estudo revela que uma em cada quatro crianças tem o seu próprio aparelho.

No mundo globalizado, o celular é, para os pais, símbolo de segurança e controle. Para os filhos, veículo de comunicação e fonte de entretenimento e informação. E para a escola? Oficialmente, sinônimo de proibição. Aqui no Rio de Janeiro, tanto a Câmara dos Vereadores da Cidade do Rio de Janeiro quanto a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) sancionaram leis que proíbem o uso de celulares na sala de aula. A justificativa é que muitos estudantes deixam de prestar atenção na aula, prejudicando, como afirma o texto do projeto da Alerj, “sobremaneira o rendimento no processo de aprendizagem”.

A proibição do uso não impede que novas metodologias de ensino possam vir a surgir com o intuito de melhorar a própria aprendizagem dos estudantes? Mirian Machado, coordenadora sócio-pedagógica da escola audiovisual Cinema Nosso acredita que sim. Segundo ela, trata-se de uma inabilidade. “Proibir acaba sendo a forma mais fácil de lidar com o tema. O que chega a ser inclusive contraditório. Proíbe-se o uso do celular, mas o Governo do Estado do Rio estimula, por exemplo, entre os jovens e seus pais, o uso do aparelho, como via de informação sobre a matrícula e as notas dos estudantes”.

É com o objetivo de pensar com os professores as possibilidades do uso do celular na sala de aula que Mirian organizou o curso Desvendando Filmes em Celular, que será oferecido pelo Cinema Nosso. Em seis aulas, professores aprenderão a produzir vídeos via celular, mas também discutirão de que forma o aparelho pode se integrar às atividades práticas da sala de aula.

“O Cinema Nosso já vem trabalhando com o celular em alguns projetos. É o caso, por exemplo, de uma das oficinas que realizamos, já há dois anos, no Ciep Waldemar Zarro, em São Gonçalo, aqui no Rio. Trata-se de uma oficina, oferecida aos professores e alunos, que faz parte das atividades da escola, mas que não estabelece, a principio, um diálogo direto com a sala de aula. É este diálogo que queremos promover com o curso”, explica Mirian.

Segundo a professora, a utilização dos meios audiovisuais, seja a tela da TV, do celular ou do computador conectado à internet, é lenta e gradual, mas, o mais importante, possível. “À medida que a gente vai desvelando as possibilidades da mídia, a inserção vai acontecendo. E para isso é preciso conhecimento, debate, segurança no que se quer e vontade”, destaca.

As aulas do Desvendando Filmes em Celular começam no dia 11 de agosto.
O Cinema Nosso fica na Rua do Rezende, 80, Lapa. Telefone (21) 2505-3300.
Informações no site http://www.cinemanosso.org.br

Reportagem por Marcus Tavares

Revista Ponto Com, Planeta Afora, 31/7/2009
Link: http://www.revistapontocom.org.br/?p=1211

O celular como meio de consumo

As mais recentes pesquisas têm mostrado que cada vez menos usamos o celular para fazer ligações. O aparelho, que nasceu com o propósito de telefonia móvel, vem se tornando uma espécie de plataforma multifunções, que engloba desde tocador de músicas a console de games.

No dia três de Abril de 1973, em Nova York, Martin Cooper, então gerente da Motorola realizava a primeira e histórica ligação por meio de um aparelho celular. Na época, o aparelho media cerca de 25 centímetros de comprimento por 7 de largura. No Brasil foi só em 1990, no Rio de Janeiro, que a TELERJ lançou o primeiro celular. Os celulares levaram apenas cinco anos para atingir 50 milhões de usuários no mundo todo.

Com o passar dos anos, o telefone celular foi tomando diferentes formas e ganhando novas funcionalidades. Foi-se o tempo em que os celulares eram conhecidos como tijolos. O celular passou de um simples telefone móvel, a agenda eletrônica de telefones e compromissos, console de jogos, plataforma para envio de mensagens de texto, câmera fotográfica, rádio, gravador de som, entre tantas outras funcionalidades. Seu design ficou cada vez mais sofisticado, chegando em alguns casos, a ter a espessura de um dedo.

No entanto, é normal nos atermos às mudanças que nos são visíveis, como formas, funcionalidades e design. Porém a maior mudança na evolução do aparelho celular ocorreu no comportamento das pessoas. As necessidades comunicacionais praticamente impostas aos consumidores em uma era de puro consumismo nos fazem, a cada instante, desejar produtos que venham a suprir nossa demanda quase insaciável por tecnologia de ponta e novas funcionalidades, mesmo que, muitas vezes não saibamos como essas funcionam. A mídia é claro, tem papel fundamental para criar o desejo no consumidor através da publicidade.

As empresas de telefonia se adequaram com muita rapidez a essas mudanças. Com a ascensão da internet e das novas tecnologias da comunicação, evoluiu-se também o Marketing Eletrônico e surgiu o Móbile Marketing. Hoje, muitos dos novos aparelhos são criados dando margens para que o consumidor, de posse desses novos aparatos, possa consumir através do telefone celular. É justamente a partir desse ponto, que um simples telefone móvel deixou de ser usado para seu objetivo inicial, fazer e receber ligações.

No entanto, a meu ver, há um marco em toda essa evolução anteriormente iniciada pelos chamados Smartphones e Palms. A Apple Inc., conhecida por ser uma empresa totalmente inovadora no ramo de eletrônicos e computadores, lançou em 2007, o que se tornaria a maior revolução e inovação no que diz respeito a aparelhos celulares; o iPhone!
iPhone da Apple


O aparelho da Apple, não só inovou todas as características dos celulares até então fabricados, como também abriu mercado para inúmeras outras soluções no meio corporativo. Para muitos, há um antes e um depois do lançamento do iPhone. É fato, que com a chegada do iPhone todas as fabricantes, sem exceções, realizaram significativas mudanças em seus aparelhos, muitas inclusive, com funcionalidades que assemelham-se muito aos do aparelho da Apple, como é o caso da tela touchscreen, que virou quase uma obrigatoriedade nos modelos mais novos.

O interessante nesse ponto são as possibilidades e as mudanças no Comportamento do Consumidor frente a essas novas tecnologias. Como exemplo, posso citar os inúmeros serviços criados especialmente para o iPhone, onde o usuário pode através de alguns toques na tela, saber os locais mais próximos para almoçar, jantar, ir ao cinema, a um bar, além de pagar contas, acessar e-mails, receber notícias de trânsito, condições climáticas e muitas outras informações e funcionalidades. O velho objetivo de receber e efetuar chamadas, aqui, é totalmente um segundo plano.

A Lightspeed Research, uma empresa americana de pesquisas, revelou alguns dados muito interessantes a cerca do comportamento dos consumidores frente aos aparelhos móveis da atualidade. Na pesquisa 11% dos britânicos, por exemplo, nunca realizaram nenhuma ligação de seus celulares. Ainda segundo a pesquisa, foi constatado que a maioria das pessoas utilizam mais o celular para enviar mensagens de textos, tirar fotos ou jogar. Nos EUA, 18% das pessoas que possuem um aparelho celular não fazem mais que duas ligações por semana. Na Inglaterra, 9% das pessoas entram na internet pelo celular, enquanto 38% tiram fotos, 22% jogam e 18% enviam fotos ou vídeos.

No mercado brasileiro, esses comportamentos ainda são um pouco diferentes. Há uma clara diferença tanto cultural como tecnológica para com países desenvolvidos como EUA, Inglaterra e Japão por exemplo. Mas esses dados revelam importantes informações relativas a tendências comportamentais. O Brasil é hoje, segundo a União Internacional das Telecomunicações, o sexto maior mercado do mundo em telefonia celular. São mais de 150 milhões de aparelhos em uso no país.

Diante desse cenário, surgem alternativas inteligentíssimas como as da Bluemobile. Uma empresa especializada em Móbile Marketing que surgiu em 2007 para atender a um novo segmento de mercado. A proposta da empresa é simples, mas, no entanto inovadora.

Através do sistema Bluetooth, outra funcionalidade quase obrigatória nos aparelhos atuais, os anunciantes podem enviar mensagens multimídias para celulares de seus consumidores dentro de uma área de abrangência. Por exemplo, ao entrar em um Shopping, o consumidor se depara com diversas sinalizações instaladas em pontos de alta visibilidade, convidando-os para ativar o Bluetooth de seus celulares, para que recebam sem custo algum, promoções, convites, jogos, ringtones, wallpapers, informativos, entre tantos outros.

A tecnologia pode ser aplicada em inúmeros locais como: cinemas, bares, shoppings, pontos turísticos, museus, discotecas, comércios, hotéis, etc. e de fato, não há limites para quaisquer tipos de ações. Essa tecnologia vem de encontro às evoluções comunicacionais e principalmente aos novos hábitos de consumo das pessoas. Será cada vez mais normal deparar-se com essas novas formas de atingir públicos, de maneira direta e pessoal.

Ainda é cedo para avaliar o comportamento e a aceitação dos consumidores frente a esse tipo de Marketing, que é o Móbile Marketing. Por outro lado, é inegável que cada vez mais os aparelhos celulares são arquitetados e construídos para que esse tipo de interação mercadológica seja possível e com isso, molda-se o comportamento do consumidor moderno, frente a um mercado que se especializa em cada vez mais, oferecer soluções personalizadas, únicas e diferenciadas.

Fonte: Publistorm 2009 - Você conectado às ideias!
O Celular como um meio de Consumo
Por Felipe Agnello - segunda-feira , 3 de agosto de 2009 | 23:50

Novo carregador universal de celular

Carregador universal para celular reduzirá consumo standby em 50%
Redação da PC World
26-10-2009

Modelo aprovado pela União Internacional das Telecomunicações é micro-USB e servirá em qualquer aparelho de qualquer marca.

A União Internacional das Telecomunicações (UIT) decidiu por fim a um problema que atrapalha os usuários de telefonia móvel, cria um volume imenso de lixo eletrônico e é responsável por um elevado consumo de energia: a falta de um padrão global para os carregadores de celulares.

A entidade definiu que o carregador universal padrão (UCS, pela sigla em inglês) que a indústria deverá adotar utilizará o conector micro-USB e deverá incluir ao menos o selo de 4 estrelas quanto à eficiência energética, cerca de três vezes mais do que os carregadores atuais.

Com a padronização, usuários de telefones móveis poderão usar o mesmo carregador para suprir de energia qualquer outro celular, independentemente da marca ou modelo. O resultado será uma drástica redução do volume de carregadores produzidos em todo mundo e conseqüente descarte quando o usuário adquire um modelo de celular novo e, normalmente, incompatível com o antigo carregador.

Ecologicamente correto
O carregador universal padrão foi baseado em projeto desenvolvido pela GSMA. A entidade global que representa a indústria de comunicações móveis informa que o dispositivo consumirá 50% energia elétrica do que os modelos atuais quando no modo de espera (standby). Além disso, estima-se reduzir em 51 mil toneladas o volume anual de carregadores e 13,6 milhões de toneladas a menos de gases de efeito estufa emitidos.

Em comunicado divulgado à imprensa, o diretor do bureau de padronização em telecomunicações da UIT, Malcolm Johnson afirmou que o UCS representa um passo importante na redução do impacto ambiental decorrente da carga de dispositivos móveis e que espera que carregadores universais sejam em breve adotados em outras áreas.

PRODUTOS DE CONSUMO: Celular é prioridade para 70% da população

SÃO PAULO, 7 de outubro de 2009 - Pesquisa do Ibope sobre hábito de consumo de mídia mostrou que 70% da população paulistana vêem o celular como ítem prioritário no dia-a-dia. Destes, 30% aprovam a propaganda no aparelho. O estudo foi feito com 19.456 pessoas com idade entre 12 e 64 anos.

Além do celular, os outros ítens como televisão (77%), computador com acesso à internet (58%) e o rádio (46%) imprimem o ritmo das mudanças no padrão de consumo. Segundo Juliana Sawaia, gerente de marketing do Ibope Mídia, o aparelho celular firma-se cada vez mais como uma multiplataforma de comunicação.

Considerando o consumo das mídias, 82% da população dedica-se a um meio de cada vez. Entre os consumidores jovens, porém, a convergência de outros meios com a internet é representativa: Quase metade deles acessam a web enquanto assistem à TV ou enquanto ouvem rádio. Outra realidade latente para o público de 18 a 24 anos é o download de filmes e séries: 45% possuem esse hábito, contra uma média de 22%.

Entre o público adulto de 25 a 34 anos, além de ser mais preocupado com a qualidade da informação, destaca-se no consumo simultâneo de mídia impressa e televisão, e também de mídia impressa e rádio. "O consumo simultâneo é inevitável e já faz parte da rotina de uma parcela considerável da população. A sinergia entre os meios de comunicação é fundamental", destaca Dora Câmara, diretora comercial.

Segundo a pesquisa, a exposição múltipla aos meios revela consumidores mais exigentes, bem informados e concorridos. 81% deles importam-se mais com a qualidade da informação do que onde a encontram. "O conteúdo torna-se o grande protagonista, independente da plataforma em que está exposto. Para conectar-se à nova realidade é necessário interagir com o tempo que é escasso, lidar com o volume de informações que é crescente, monitorar o padrão de consumo que é dinâmico e desvendar os desejos que estão cada vez mais singulares', finaliza Juliana.

(SSB - Agência IN)
Data: 07/10/2009 13:43:11 [326 Palavras]
Publicação: Investimentos e Notícias - Tempo Real (Brasil)
Idioma: Português-Brasil
Autor: Investimentos e Notícias
Ministério estuda criar TV paga pelo celular
Felipe Zmoginski, de INFO Onlione Sexta-feira, 05 de junho de 2009 - 16h12


SÃO PAULO - O Ministério das Comunicações avalia a criação de regras para serviços de TV paga pelo celular.
Atualmente já é possível assistir a TV digital aberta em alguns modelos de celular. Não existem regras, no entanto, para a exploração de serviços pagos de televisão no celular.
A ideia do Ministério é criar uma regulamentação específica que permita às operadoras de TV paga no país também oferecer seu conteúdo para plataformas móveis.
Neste caso, os celulares devem possuir, além da capacidade de sintonizar TV digital, algum mecanismo para decodificar o sinal de TV fechada, que não poderá ficar aberto para qualquer usuário.
Uma das ideias é o uso das faixas de multicanal, que permitem que uma emissora coloque na mesma faixa em que transmite sua programação principal outras opções, como um canal só com seus programas de esporte, filmes ou ainda uma transmissão com imagens em baixa definição, adequada para as telas pequenas de celular.
Procurado pelo Plantão INFO, o Ministério das Comunicações informou que ainda não existe uma proposta pronta sobre TV paga no celular ou uso do multicanal. O assunto deve receber regulamentação ao longo deste ano.

Uso de celular pode afetar a saúde?

Efeito de celular na saúde é incógnita


SÃO PAULO - Uma conferência entre especialistas debate esta semana os resultados de mais de 600 estudos feitos no mundo sobre o impacto do uso de celulares na saúde humana.
Chamada de “Expert Conference on Cell Phones and Health”, a reunião tenta identificar o que pode ser considerado verdade ou mentira na discussão sobre os efeitos do celular na saúde humana.
Após mais de seis centenas de estudos feitos por dezenas de países diferentes, médicos, físicos e especialistas em telefonia móvel concordam em um único ponto: é preciso pesquisar mais.
O objeto da controvérsia é a radiação que telefones móveis emitem quando conversamos ao telefone. Alguns estudos indicam que há maior incidência de câncer no cérebro entre pacientes que usam o celular com intensidade por mais de dez anos.
Outros estudos, no entanto, apontam que o nível de radiação emitido por um telefone móvel é muito baixo para afetar a saúde o humana, especialmente para interferir no modo como as células humanas se multiplicam.
Entre as pesquisas em análise no evento estão materiais produzidos por instituições renomadas, como a Organização Mundial de Saúde e o Instituto Nacional do Câncer nos Estados Unidos.
Algumas destas análises já levaram países como França e Finlândia a divulgar alertas para os pais de crianças que usam celular. A advertência pede que os pais evitem que os menores façam uso intenso do celular, pois há a suspeita de que na infância a radiação do celular seja duas vezes mais agressiva ao cérebro.
Entre os temores dos especialistas está o fato da ciência não ter clareza sobre os efeitos do celular. Por um lado, é possível que a discussão gere apenas temor injustificado e crie preocupação em torno do uso de dispositivos que, na verdade, seriam totalmente inofensivos.
Por outro lado, existe a chance dos pesquisadores descobrirem uma real agressão à saúde e elevação no risco de câncer cerebral somente daqui dez ou quinze anos, quando uma geração de crianças e jovens já terá sido exposta por tempo demais aos efeitos do celular.
Estudos similares já foram feitos para avaliar o impacto de redes Wi-Fi sobre a saúde humana ou mesmo sobre os riscos de morar perto de uma torre de telefonia móvel. Em ambos os casos não foi possível concluir que estas tecnologias agridem a saúde humana.

Felipe Zmoginski, de INFO Online Segunda-feira, 14 de setembro de 2009 - 12h44

Celular de R$ 30,00

Venezuela tenta exportar celular de R$ 30
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Felipe Zmoginski, de INFO Online
Quinta-feira, 21 de maio de 2009 - 17h17


SÃO PAULO - A Venezuela já está vendendo para seus consumidores internos um modelo de celular com custo equivalente a R$ 30.
Chamado de Vergatario, o celular teve uma estreia bem-sucedida no país e contou com esforço pessoal do presidente Hugo Chávez para promover o dispositivo. Em seus programas de rádio e TV, Chávez recomendou fortemente a compra do aparelho popular.
Além de fazer chamadas, o Vergatário troca SMS, tem MP3 Player e câmera que tira fotos e grava vídeos. O equipamento é o primeiro do tipo fabricado na Venezuela, que atendia seu mercado interno anteriormente apenas com aparelhos importados.
A produção é feita pela Vetelca, uma estatal Venezuela que conta com parceria da chinesa ZTE, dona de 15% da companhia estatal. A ZTE fornece chips e circuitos. A produção de peças menos sofisticadas e a montagem dos aparelhos é feita na Venezuela.
Segundo o presidente Chávez, a Vetelca vai produzir até o final deste ano 600 mil unidades para o mercado interno. A partir de 2010, a Vetelca pretende exportar o dispositivo, que já é chamado no país como o “celular mais barato do mundo. A ideia é ampliar para 1 milhão de unidades a capacidade anual de produção da Vetelca em 2010.
Para promover o aparelho, Chávez disse em depoimento à TV que fez a primeira ligação com o pequeno celular para sua mãe. Depois, telefonou a Fidel Castro.

Investimentos da IBM em celular

Por que a IBM investiu US$ 100 mi em celular
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Mariana Amaro, de INFO Online Quinta-feira, 02 de julho de 2009 - 09h24
SÃO PAULO – Antes conhecida como fabricantes de PCs, a IBM, hoje sinônimo de tecnologia, começa a investir em computação por celular. A pergunta é: por quê?
Quem respondeu essa e outras questões foi Jeffrey Pirce, coordenador do projeto de pesquisas para celulares do laboratório da IBM em Almadén.
De acordo com o pesquisador, não é a primeira vez que a Big Blue investe em computação móvel. “Muitas pesquisas já foram feitas nessa área. A diferença é que, agora, a empresa separou um montante significativo de 100 milhões de dólares para produzir ações de maior impacto”, explicou Pirce.
Um investimento desse porte significa, sem dúvidas, que a fabricante de PC reconhece a importância do telefone celular. “Estamos focados em três pontos. O primeiro deles é como as empresas e os funcionários podem fazer uso da computação por celular. A maior dificuldade, nesse caso, é arrumar um meio de fazer as diferentes interfaces - dos diferentes tipos de aparelhos - conversarem”, explica Pirce.
Outro ponto a ser analisado é o uso da tecnologia em mercados emergentes. “Em muitos deles, como é o caso da Índia, o acesso a um computador é muito menor que o acesso a um aparelho celular. Nesse sentido, o telefone representa o único contato de milhares de pessoas com a internet. Esse é um público que não pode ser desprezado”, conta Pirce. “Desenvolver tecnologia para essas pessoas é um exemplo do compromisso da IBM em ajudar partes da população mundial, que não estão nem pensando em computação, a tirar vantagem de tecnologia da informação." O terceiro foco das pesquisas é tornar a experiência do usuário com a computação móvel mais produtiva e interessante.
Há quem acredite que o celular será o computador do futuro e não haverá necessidade de trabalhar com laptops ou desktops. Pirce não é um deles. “É claro que o uso da computação móvel tende a aumentar muito, e algumas pessoas usarão muito mais o celular do que um computador tradicional. Mas”, argumenta Pirce, “o que tende a crescer ainda mais é a interação do celular com o computador e outros aparelhos”. Uma maior interação entre esses dispositivos tornaria possível, por exemplo, responder uma mensagem recebida no celular sem precisar usar os desconfortáveis e minúsculos teclados do telefone.
Mas ainda não há um plano de fabricar aparelhos celulares. “Por enquanto estamos focados em como as pessoas podem trabalhar com seus aparelhos. O foco, pelo menos agora, é o software”, diz. “A IBM está produzindo a plataforma Lótus que permite que companhias desenvolvam suas próprias aplicações e serviços. Estamos apenas procurando meios de deixar esse dispositivo ainda mais funcional”.
Para Pirce, a importância do telefone celular não pode mais ser questionada. “Ele é mais leve, dá para guardar em um bolso e pode ter tantas funções quanto eu precisar: entrar em redes sociais como Twitter e Facebook, mandar e receber e-mails, escrever relatórios”, disse. "Se eu esqueço meu celular em casa, volto para buscá-lo. Claro que isso depende do quão atrasado e estou e onde preciso chegar.”

Celular é a moeda

Celular é a moeda

Luana Pavani
16 de julho de 2008

Já acostumados ao m-banking para fazer suas transações, os clientes do pioneiro Banco do Brasil vão poder pagar suas compras pelo celular

O Banco do Brasil saiu na frente de toda a concorrência. Investiu num aplicativo Java que roda em qualquer telefone celular ou smartphone e que permite ao cliente fazer consultas de saldos e extratos e até pagar contas, além de realizar transferências e contratar empréstimos pessoais. Os serviços de mobile banking e SMS banking do BB têm 400 mil clientes e registram 2 milhões de transações por mês. Trata-se da ponta mais avançada do relacionamento com os clientes da maior instituição financeira não privada da América Latina. O próximo passo do banco móvel, já em testes, é a compra com cartões de crédito ou débito pelo celular.

"O objetivo do mobile banking é aumentar a conveniência para o cliente, que pode usar o banco onde quer que esteja, mesmo longe de um terminal e de um ponto de acesso à internet. Em breve, ele não precisará mais de dinheiro, só de um celular", afirma Glória Guimarães, diretora de tecnologia do Banco do Brasil, instituição que conta com 24,6 milhões de clientes. Considerando-se que o país atingiu a marca de 100 milhões de celulares em uso, o potencial do banco móvel é grande e o BB está de olho nele.

A iniciativa, segundo Glória, ajuda a reduzir as filas nas agências e a utilização dos caixas eletrônicos, ao mesmo tempo em que amplia o acesso aos serviços bancários, tanto por meio de aparelhos celulares simples, com a troca de mensagens do tipo SMS, quanto por dispositivos mais sofisticados, como os smartphones. "A plataforma do banco móvel está solidificada. Daqui para a frente, vai evoluir na forma de novos serviços", afirma Glória.

Uso de celular muda o consumo, diz varejo
Segunda-feira, 21 de janeiro de 2008 - 10h04

NOVA YORK - O uso de celulares e outros dispositivos tecnológicos impõe mudanças ao varejo nos Estados Unidos.

Varejistas reunidos esta semana em Nova York para a convenção anual da indústria foram estimulados a ampliar a adoção de tecnologias.

"Os celulares estão mudando a maneira como os consumidores compram, e os varejistas norte-americanos precisam estar prontos para isso", disse Pat Conroy, vice-chairman da Deloitte & Touche nos EUA.

A Internet também tem se tornado mais interativa, com consumidores gastando mais tempo - e dinheiro - no mundo virtual, em espaços como o Second Life.

"Essas tecnologias vão dar a chance de mudar a maneira como interagimos com o consumidor, elas vão mudar a maneira como as pessoas compram, elas vão mudar a maneira como você gerencia suas marcas", disse Giff Constable, gerente-geral da Electric Sheep, que desenvolve conteúdo para mundos virtuais.

Exemplos mencionados por executivos de como a tecnologia está mudando os hábitos de consumo vêm da Ásia.

Na Coréia do Sul, os clientes podem ser avisados pelos celulares quando seus pedidos no McDonald's estão prontos.

Na China, a expectativa é que o comércio via celular atinja 1 trilhão de dólares em 2010. No Japão, os celulares têm leitores de códigos de barras com os quais os clientes checam a validade dos alimentos através de seus telefones móveis.
Fonte: plantao info Link: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/012008/21012008-1.shl

Consumo de celular na baixa renda

Ericsson desmistifica consumo de celular na baixa renda

por Ligia Sanchez
29/10/2008
Pesquisa mostra perfis de consumo de telefonia; estudo o Brasil analisa mercado de baixa renda

A Ericsson se propôs a entender a segmentação do mercado de telecom. "No Brasil, ela tem sido feita até agora de modo rudimentar, basicamentes separando entre clientes de pré e pós-pago", afirma Jesper Rhode, vice-presidente de multimídia da empresa.

Para aprofundar este entendimento, a Ericsson empreendeu também um estudo qualitativo dos consumidores da classe D e E. A ação, em conjunto com o Instituto Ipsos Public Affairs, mostra demanda por serviços como transferências de crédito, chamada e mensagens patrocinadas, pacotes e desconto dinâmico (promoções em horários e locais diferenciados).

"Ao contrário do que se supunha, estas pessoas usam todos os recursos de valor agregado do celular, como MP3, conexão Bluetooth, foto, vídeo e internet", afirma Caetano Notari, diretor de consultoria da Ericsson. Por outro lado, o aparelho continua sendo símbolo de status, um objeto aspiracional, afirma. E estes consumidores também apresentaram receio do compromisso com gasto mensal, já que muitos possuem renda variável.

Outra descoberta, segundo Notari, refere-se à convergência. "A grande maioria dos usuários já conhece e usa internet, e a inclusão está se dando principalmente por meio de lan houses", comenta. As entrevistas foram realizadas em favelas de São Paulo e Recife, e na região rural de Indaiatuba.

Pesquisa global de perfis
A percepção de que o brasileiro médio se encaixa em um perfil de consumo básico de telefonia pode estar equivocada. Pesquisa realizada pela Ericsson identificou os principais tipos de usuários de serviços de telecomunicações, desmistificando algumas concepções tomadas como base para oferta de aparelhos e serviços.

O estudo destaca três linhas principais no Brasil: a "mainstream youth", de jovens entre 15 e 24 anos, que moram com os pais e são estudantes, ávidos por consumo mas racionais nos gastos; a "experiencers", de pessoas entre 25 e 59 anos, interessadas em novidades tecnológicas; e a "in touch organisers", que compreende adultos de 30 a 64 anos, casados e com filhos, com alto nível de renda e que usam a tecnologia como meio para alcançar algum fim.

Os resultados no Brasil apresentam diferenças em comparação à pesquisa global, realizada em 11 países, com cerca de 16 mil pessoas, em 2008. No Brasil, foram 1,2 mil entrevistas.

O estudo global identificou oito perfis de consumo, em que destacam-se o de "family phoners" e o de "basic phoners", que em ambos os casos são compostos por pessoas com mais de 30 anos e não tão afeitas à tecnologia.

Primeiro celular

O primeiro celular foi criado em 1973 para facilitar a comunicação entre as pessoas. Com o passar do tempo os modelos só foram evoluindo hoje, segundo pesquisas as pessoas usam o celular para: ver TV, ouvir música, navegar pela internet, enviar mensagem, tirar fotos gravar vídeos e etc.
No entanto um celular geralmente não dura muito, não porque ele estrague, mas sim porque as pessoas veêm o celular como status, algumas trocam de celulares não por necessidade, mas sim para exibi-lo. Contudo elas se esquecem que o celular é uma mercadoria, produzida e criada no sistema capitalista. Isso quer dizer que por mais legal que seja ter um celular ou por mais bonito que ele seja seu consumo excessivo pode causar danos ao meio ambiente, além de prejuízos ao seu bolso é claro.
Nossa intenção é denunciar o Celumismo, isso mesmo: celular + consumismo, pois quase todos nós temos ou tivemos pelo ao menos 1 celular.
Esperamos que vocês gostem do nosso Blog, pensem a respeito do que aqui questionamos, e consumam celulares de forma consciente.